sexta-feira, 11 de agosto de 2017

SE NÃO ME DEREM EU ROUBO, MATO E.... (A SAGA POLÍTICA)

Ando um tanto desencantado com o mundo da política. Melhor dizendo, ando desencantado com os políticos brasileiros. Claro, que se pensarmos no mundo político como um bolo cortado em fatias, uma pequena sobra representa os bons políticos.

O problema com a política e os políticos brasileiros é que a parte ruim do bolo é a que faz o barco Brasil a fundar ou, para não fugir da figura do bolo cortado em fatias, o bolo em sua maior fração estragar.

Mas se tem algo que eu possa reconhecer dos políticos brasileiros em que eles são muito bons, e, antes que você diga que é roubar, tenha calma, político brasileiro sou rouba quando não pode criar uma lei que os beneficie totalmente, eles são extremamente capazes de transformar as situações ruins num céu de brigadeiro, para eles, é claro.

Ora vejam se não tenho razão. 2017 está no meio (exatamente quando escrevo essa crônica) e o ano de 2018 é ano eleitoral, então a parte ruim do bolo já está preparando o palanque com uma catapulta poderosa para serem (eles) alçados a distâncias inimagináveis e cair em terreno fértil (para eles, é claro).


Meus amigos o Brasil está em crise, eles afirmam isso, mas desafirmam quando aprovam 3,1 bilhão para suas campanhas políticas. Não seria hora de economizar? Acho os políticos brasileiros parecidos com aqueles pedintes que entram no ônibus e dizem assim para os passageiros: eu poderia está matando, roubando e me prostituindo, mas prefiro pedir. Ou seja, caso os passageiros não deem o que querem, eles vão matar, roubar e se prostituir. Quem, os pedintes ou os políticos? Os dois.

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